Post-brinquedo feito de estilhaço.
O desnorte... A recapitulação. No ontem de hoje, a paisagem surreal de um autocarro.
Céus! Sê solene, solene como o vento. Não, mas embirra, embirra-te. Vá...
És a desgraça. Justaposto, és o fragmento de quem estava ali.
Queres ser cola, coitado, queres ser cola. Esfrega, esfrega-te bem. E cai ao chão e parte-te sem ninguém ver.
Absorve o elixir imperceptível. Impossível. Não te bebas, não te sorvas, não faças barulhinhos de palhinha no fim do molhado.
Mas quem? Mas quem??? Quem ?! e onde ?! anda ?! aos ésses ?! de estrada pouca...
Adjectivos, tempo e ciclo de sanidade. Um quase-batido de gelado confundido.
Venha o próximo...
Ensaios de apelo em feminino aleatório:
Catarina! Catarina, vem cá, vem ao cá de amígdala esguia. Surge do silêncio e silencia a dor em cantos tão suaves quanto os de dois fantasmas agradáveis recíprocamente torneados. A azáfama, credo, a azáfama, parafernália, a eliminação sorrateira de divindades, tudo isto é pó. Vem Catarina, e sopra embora o pó.
Cátia, anda até aqui. Balbucia-me ao ouvido a inveja, a mal contida. Chora a lágrima do impasse, e consola-me em desabafo o ombro amigo. Sê redescoberta e faz aventura da tímida sorridente.
etc.